Balão intragástrico - Procedimento que ajuda a emagrecer, mas é preciso mudar hábitos SAÚDE

Aderir a uma alimentação balanceada e praticar atividade física estão entre os primeiros passos para o emagrecimento. Mas em determinados casos, a perda de peso só é efetivada após a adoção de métodos cirúrgicos. Como alternativa para não precisar recorrer à mesa de cirurgia, o mercado disponibiliza a colocação do balão intragástrico.

O método foi inventado há 30 anos e consiste na redução do volume do estômago, estimulando a saciedade.

O balão é feito de silicone. Com o paciente sedado, ele é colocado vazio dentro do estômago através da boca por um endoscópio. Depois, ele é inflado com soro fisiológico. O procedimento tem duração média de 20 a 30 minutos e o paciente tem alta após cerca de duas horas. O balão permanece no corpo por um período de 6 meses.

De acordo com o médico Guilherme Antoniette, da clínica de endoscopia Endonette, a colocação de balão intragástrico é indicada a pessoas que não conseguiram emagrecer através de outras técnicas, que apresentam contra-indicações para o tratamento cirúrgico ou não aceitam o tratamento cirúrgico e apresentam doenças associadas à obesidade. O método também pode ser adotado para fins estéticos devido ao excesso de peso em pessoas com Índice de Massa Corporal (IMC) igual ou maior que 27.

A decisão de aderir ou não ao procedimento deve vir de uma equipe multidisciplinar. Após a colocação é comum sintomas como cólica, náusea e vômito. A média de perda de peso varia entre 15 e 20% para mais de 80% dos pacientes que se submeteram ao procedimento. “O balão não faz milagres, mas funcionará para a maioria dos pacientes”.

O médico explica que o sucesso ou não do método varia conforme o metabolismo de cada pessoa, além de fatores como idade, predisposição genética à obesidade, antecedentes médicos de doenças como diabetes e hipotireoidismo e, principalmente, do comportamento e adesão do indivíduo durante o tratamento.

Não adianta achar que o procedimento irá levar à perda de peso em um passe de mágica. Se não houver envolvimento do paciente, a colocação do balão pode ter um efeito transitório. “É preciso disciplina, mudança de hábitos e força de vontade”, ressalta o médico.

Leia a edição completa da Revista Mais Santos: http://www.maissantos.com.br/destaque/revista-mais-santos-dezembro-e-janeiro/

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